Acho que foi somente no quinto episódio que comecei a ficar empolgada na quarta temporada do Lost.
Essa coisa toda de flash forward que começaram a usar rende é uma lenga-lenga chata!!
Mas bem, acertaram as proporções nesse episódio. Desmond, que até então estava num não-fede-nem-cheira, e o gracinha gostoso do Daniel Faraday, que até agora era uma ameba na série (e literalmente caiu de pára-quedas! Dã!) tiveram uma história bonita, muito bonita, aliás!
A mente do Desmond começa a vivenciar dois tempos (passado e futuro). Um outro personagem, que teve o mesmo “efeito colateral” morre bem em sua frente, o cérebro não aguenta. E é quando se conta a história do Dan, um físico maluquinho que estuda essas coisas de relatividade do tempo. Para tentar consertar esse colapso da mente, é preciso achar e trabalhar algo “constante” nesses dois tempos, o que óbvio, era a Penny. Romancezinho desnecessário à parte, adorei como a busca desse elemento “constante” nos dois tempos foi colocada de forma a mantê-lo vivo e são. Porque é essa a importância dos nossos “portos seguros” na vida, né? Precisamos de alguns, senão acabamos loucos, de verdade. E olha que isso foi uma das coisas que mais levei tempo para aprender. =)


