Alguns dias pesquisando internet, YouTube, amigos e afins para tomar uma certa decisão. Eu nunca entendi nada de artes marciais na minha vida e agora chegou o momento de começar. É um campo extremamente vasto, e que confunde a cabeça do caboclo desinformado, como eu. Durante muito tempo, eu me simpatizei com o aikidô, mas assim como tantas coisas que experimentei, senti que “faltava alguma coisa”. Eu precisava de algo para me ajudar a condicionar o corpo, principalmente agora que me envolvi com a dança. Mas tinha de ser algo com filosofia, porquê eu e academia tradicional de ginástica/musculação são duas coisas que não combinam. Há muitooo tempo atrás eu até tentei, mas me senti a pior retardada da face da terra! Continuei procurando, até que num dia qualuquer a minha “professora de dança substituta” (que veio se tornar minha nova amiga de infância) nos passou uma coreografia com uma música chinesa, em que ela usava movimentos de kung-fu. Naquele instante da experiência meus olhinhos brilhavam… como ficava lindo usar aqueles movimentos na minha dança! Mais muitas pesquisas e eu sempre acabava ficando meio confusa… pensava que era muito violento, me diziam que aquilo exigiria tanto sacrifício, dentre tantas coisas que as pessoas sempre falam. As etapas facilmente mudaram:
Dia 1: “Mas isso parece tão violento, não quero ter que quebrar tanta coisa assim!”
Dia 2: (Extasiadaaa) “Nossaaaa… nunca na vida imaginei que dar socos e pontapés com tanta violência era tãooooooooo gostosooooooo assiiiiiiiiim!”
Na verdade, eu acho que mais uma vez a “coisa certa” veio parar a mim. Eu me decidi pelo Choy Lay Fut, e olha, estou extremamente satisfeita com a minha escolha! Era exatamente isso que eu buscava!!




J f, 2008 às 11:42 pm |
[...] bem chata e desagradável ultimamente. Nos últimos tempos, só tenho tido dois assuntos: dança e kung fu. Credo, às vezes eu páro pra pensar e nem eu me aguento; quando não estou falando de uma coisa, [...]
J f, 2009 às 6:09 pm |
[...] e a faixa laranja Quando eu entrei no Kung Fu, há quase um ano, tinha alguns objetivos em mente. Lógico que eu não tinha a mínima idéia do que ia me acontecer [...]