Doze anos

Sem muitas palavras hoje. Uma infinidade de sentimentos trancados à chave para sempre.
Às vezes tenho a impressão de que o tempo passa tão depressa, às vezes tão devagar. Mas há muito tempo não pensava que fosse voltar a escrever algumas linhas sem sentido, como nesses tempos. Tempos de mudança. Tempos sei-lá-de-que.
Doze anos. Doze anos do “tudo-diferente”. Doze anos em que aprendi a chorar quando as lágrimas viessem, sem sentir vergonha (muito útil atualmente), doze anos em que aprendi que esse segundo aqui é único e que se deve fazer tudo o que se deve fazer, pois esse segundo pode nunca mais voltar. E tudo o que levamos daqui é o que fizemos, não é a intenção. E que a intenção não consumada é algo doloroso demais de se carregar, inútil. E os segundos passam rápido demais. Não há nada mais triste do que uma oportunidade desperdiçada.

Muita coisa ainda não faz nenhum sentido para mim… tudo dói demais.

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