Quando da incompreensão humana…

Tenho uma pequena estátua dos três macacos que me acompanha há algum tempo, por eu achar um símbolo muito rico. Suas histórias do passado são muito interessantes. Às vezes eu até a uso como um desses “termômetro de humor”, acho divertido. Mas adoro sempre vê-los ali ao lado da minha mesa de trabalho em casa. Em casa, acho um objeto pessoal demais para expor ao trabalho. E é justamente sobre a questão do “expor” que tenho me questionado muito nos últimos dias. Eu sou uma pessoa muito, muito reservada. Fechada. Daquelas que só deixa alguém “entrar” depois de alguns bons motivos. Isso não quer dizer que sou só uma pessoa metódica e pessimista, muito pelo contrário. Só sou muito reservada. E no último ano me arrependi de boa parte das vezes em que decidi compartilhar algo. Felizmente isso serve para apenas “boa parte” das experiências, não todas. Houve muita coisa boa por ai. E se existe algo bem latente em mim, é saber dar valor às boas coisas e pessoas na minha vida. Pena que nem todos pensam assim.
Mas, em virtude desses acontecimentos, essa é minha escolha. Deixe os macacos conduzirem…

Mizaru, Kikazaru e Iwazaru

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