Para esquentar o dia…

Com esse frio que está fazendo em São Paulo (e sou muito grata a isso!), nada melhor do que uma conversa picante!
Muita gente já viu esse vídeo, mas como fã das artes visuais, eu tenho comentado sobre vários aspectos dele, não somente o “sensual”, por assim dizer.

Vamos à sinopse: Clayton Cubitt é um fotógrafo que iniciou um projeto muito interessante chamado “Hysterical Literature” : Trata-se de filmar moças sentadas numa cadeira, lendo literatura. O detalhe empolgante do projeto é o que ocorre embaixo da mesa: sentadas, as moças têm um vibrador funcionando dentro delas e durante o vídeo, observamos, digamos, as “diferenças” dos tons durante a leitura.

A primeira convidada para esse projeto foi a lindíssima, digníssima e maravilhosa Stoya! De uma grança sensacional, ela comenta em seu Tumblr sobre esse projeto, que se torna ainda mais interessante, pois ela criticou o uso de vibradores.

O site do projeto está aqui e contará com novas participantes.

Abaixo, vocês podem acompanhar a leitura da moça. Enjoy it. ;-)

Obs.: Post originalmente publicado no Trem dos 7.

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“O mundo imaginário do Doutor Parnassus” – Parte um

A minha opinião do filme está meio atrelada à outra grande estréia da temporada, Alice de Tim Burton.
Na verdade, de Tim Burton acho que tem muito pouco. Vamos chamá-la então de Alice, da Disney até segunda ordem.

Vamos ao Doutor Parnassus: MA-RA-VI-LHO-SO! Sem mais, sem menos!
Roteiro bem amarrado, belos efeitos especiais, lindas texturas, ótimos atores e atrizes. Superou minhas expectativas quanto ao filme.
Até gostei da atuação do Heath Ledger. Terry Gilliam está de parabéns pelo belíssimo filme.
Só é uma pena saber que infelizmente ele não terá tanta repercussão como merece.
O sono não me deixa escrever muito hoje, mas esse será um dos filmes que comentarei muitas vezes, por tem várias referências bacanas.
Esse post continuará…

Enquanto isso, vejam o trailer:

Tita veio ai

E pra quem ainda não sabe, eis a Titânia ai!
Em plena terça de carnaval, abandonaram 4 gatinhas num escadão perto da minha casa.
Duas amarelinhas, uma rajada e uma pretinha.
Quando vi aquelas delícias, não me aguentei. Ainda fiquei triste por ter pego só uma (não tenho condições pra mais do que isso), mas pelo menos a Tita está conosco. As outras três ficaram ainda alguns dias sendo alimentadas pela criançada da região, mas creio que alguma(s) alma(s) caridosa(s) cuidou disso.
O nome foi dado pela minha mãe. Bom, ela veio no meio do carnaval, não poderia dizer não ao nome de Titânia, tão característico, não?
Ei-la!

Sobre ‘500 dias com ela’

500 dias com ela não é um filme que busca originalidade, é um filme feito com referências a outros filmes, músicas, fotografias. Não é uma história de amor. Não é uma comédia romântica. Os atores principais não ficam juntos no final. E sincera é a sua história: não existe destino que faça com que duas pessoas se unam, é tudo uma coincidência. Toda nossa vida é sempre esbarrada em coincidências.  Fato que faz com que o filme seja uma delícia: é um filme sincero. E sem exageros.

PS: A trilha sonora também é uma delícia!